sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Teoria da contingencia

e ai galera olhem esse vídeo sobre a teoria da contingencia! ele não foi feito por mim!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DE UM SISTEMA ABERTO?

QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DE UM SISTEMA ABERTO?

Sistema aberto é aquele que mantém uma relação de troca com o meio externo. O sistema aberto é influenciado pelo meio ambiente e influi sobre ele, alcançando um estado de equilíbrio dinâmico nesse meio.
Dentro desse novo posicionamento, a abordagem sistêmica teve profundas repercussões na Teoria Administrativa. Isto porque as teorias empregadas até então não levavam em consideração o ambiente externo. Estavam todas preocupadas como funcionamento interno da organização.
As teorias do enfoque clássico (Taylor e Fayol) preocuparam-se apenas com a eficiência interna; as teorias do Enfoque Humanista preocuparam-se com o ser humano dentro da organização; a Teoria da Burocracia também enfocou a eficiência interna. E, apesar da Teoria Estruturalista já enxergar a “sociedade de organizações”, foi somente na Teoria Geral dos Sistemas que a organização foi definitivamente vista como um sistema aberto em total intercâmbio com o meio externo.

A ORGANIZAÇÃO COMO UM SISTEMA ABERTO

A descrição de sistema aberto é exatamente aplicável a uma organização empresarial. Uma empresa é um sistema criado pelo homem e mantém uma dinâmica interação com seu meio ambiente. Ela influi sobre o meio ambiente e recebe influências dele. É um sistema integrado por diversas partes relacionadas entre si, que trabalham em harmonia umas com as outras, com a finalidade de alcançar uma série de objetivos, tanto da organização como de seus participantes.

A TEORIA GERAL DOS SISTEMAS

QUAIS AS ORIGENS DA TEORIA GERAL DOS SISTEMAS?

A Teoria Geral de Sistemas (T.G.S.) surgiu a partir dos trabalhos do biólogo alemão Ludwig Von Bertalanffy, que criticava a visão dividida do mundo e da ciência em diferentes áreas, como Física, Química, Biologia, Psicologia, Sociologia, dentre outras. Para ele, todas essas divisões são arbitrárias, uma vez que a natureza não está dividida em nenhuma dessas partes.Assim, a Teoria Geral dos Sistemas enxerga o mundo, a ciência e as organizações como um grande sistema e que sua compreensão somente ocorre quando estudamos os sistemas globalmente, envolvendo todas as interdependências de suas partes, e não as partes isoladamente.

MAS, AFINAL, O QUE É UM SISTEMA?

Um sistema consiste num conjunto de elementos (subsistemas) que interagem entre si e com o meio ambiente, envolvendo intercâmbio de material e de informações.
As partes que constituem o sistema, os sub-sistemas, se combinam para produzir os resultados que vão garantir o equilíbrio do sistema.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A TEORIA ESTRUTURALISTA DA ADMINISTRAÇÃO

             A Teoria Estruturalista surge em decorrência das severas críticas dos sociólogos às escolas anteriores, como uma reação à visão fragmentada e distorcida dessas escolas (CHIAVENATTO, 1999; FERREIRA, 1997).Pela primeira vez, começa-se a olhar para fora e a transpor as fronteiras da organização, passando a reconhecer a interdependência da organização com seu ambiente externo (CHIAVENATTO, 2000). A característica básica do estruturalismo consiste na visão do todo e no
relacionamento das partes na constituição do todo, levando em conta que o todo é maior do que a simples soma das partes (CHIAVENATTO, 2000).

A) A SOCIEDADE DE ORGANIZAÇÕES: Os estruturalistas observaram que vivemos em uma sociedade
repleta de organizações e que dependemos dessas organizações desde a hora em que nascemos (na maternidade) até a hora em que morremos. Tudo o que utilizamos foi fabricado por alguma organização;

B) O HOMEM ORGANIZACIONAL: As organizações modernas passam a requerer um
tipo especial de personalidade, na qual estejam presentes a flexibilidade, a resistência à frustração, a
capacidade de adiar as recompensas e o desejo permanente de realização. O desejo de receber recompensas materiais e sociais faz com que o indivíduo aceite desempenhar vários papéis sociais em seu trabalho. Isso é possível graças à existência de diversos grupos dentro da mesma instituição.(FERREIRA, 1997);

C) OS CONFLITOS INEVITÁVEIS: Para os estruturalistas, os conflitos entre os interesses dos
funcionários e os objetivos da organização, embora nem sempre desejáveis, são inevitáveis e fundamentais no processo social. “Podem ser reduzidos, mas não eliminados. Se disfarçados, os conflitos se expressarão de outras formas, como abandono do emprego ou aumento do número de acidentes” (FERREIRA, 1997, p. 53). De acordo com Amitai Etzioni (apud MOTA, 2002), essas tensões situam-se entre necessidades organizacionais e individuais, disciplina e liberdade, relações formais e informais, entre níveis hierárquicos e entre unidades administrativas;
D) INCENTIVOS MISTOS: Os estruturalistas, tanto os clássicos (incentivo material) quanto os
humanistas (incentivo e recompensas psicossociais) tinham uma visão fragmentada da realidade e, portanto, entendiam que os indivíduos necessitavam de recompensas materiais e sociais.

domingo, 6 de outubro de 2013

A TEORIA ESTRUTURALISTA DA ADMINISTRAÇÃO

A teoria estruturalista da administração

QUAL É A ORIGEM?

A Teoria Estruturalista surge em decorrência das severas críticas dos sociólogos às escolas anteriores, como uma reação à visão fragmentada e distorcida dessas escolas (CHIAVENATTO, 1999; FERREIRA, 1997).
Pela primeira vez, começa-se a olhar para fora e a transpor as fronteiras da organização, passando a reconhecer a interdependência da organização com seu ambiente externo (CHIAVENATTO, 2000). A
característica básica do estruturalismo consiste na visão do todo e no relacionamento das partes na constituição do todo, levando em conta que o todo é maior do que a simples soma das partes
(CHIAVENATTO, 2000).

QUAIS SÃO AS GRANDES FIGURAS DA TEORIA ESTRUTURALISTA?

De acordo com Motta (2002), o primeiro teórico significativo das organizações foi Max Weber, que as analisou de uma perspectiva estruturalista fenomenológica. Além dele, existiram outros estruturalistas de
grande importância: Robert K. Merton; Phillip Selznick e Alvin Gouldner, que adaptaram o modelo weberiano da burocracia à variável comportamental da Teoria pela Escola de Relações Humanas. Outro expoente importante foi Amitai Etzioni, colocando grande ênfase no papel dos conflitos inevitáveis
que ocorrem nas organizações. Peter M. Blau é outro nome importante que não pode ser omitido, além de Victor A. Thompson.

Quais as vantagens do modelo burocrático?

Quais as vantagens do modelo burocrático?

Weber enumerou as razões para explicar a superioridade da burocracia sobre as demais formas de associação. Para ele, comparar os mecanismos burocráticos com outras organizações é o mesmo que comparar a produção da máquina com outros modos não-mecânicos de produção (CHIAVENATTO, 1993).
As vantagens da burocracia, para Weber, são:
1. racionalidade em relação ao alcance dos objetivos da organização;
2. precisão na definição do cargo e na operação, pelo conhecimento exato dos deveres;
3. rapidez nas decisões, pois cada um conhece o que deve ser feito e por quem e as ordens e os papéis tramitam através de canais preestabelecidos;
4. univocidade de interpretação garantida pela regulamentação específica e escrita. Por outro lado, a
informação é discreta, pois é fornecida apenas a quem deve recebê-la;
5. uniformidade de rotinas e procedimentos que favorece a padronização, redução de custos e de erros, pois os procedimentos são definidos por escrito;
6. continuidade da organização através da substituição do pessoal que é afastado. Além disso, os critérios de seleção e escolha do pessoal baseiam-se na capacidade e na competência técnica;
7. redução do atrito entre as pessoas, pois cada funcionário conhece aquilo que é exigido dele e quais são os limites entre suas responsabilidades e as dos outros;
8. constância, pois os mesmos tipos de decisão devem ser tomados nas mesmas circunstâncias;
9. subordinação dos mais novos aos mais antigos, dentro de uma forma estrita e bem conhecida, de modo que o superior possa tomar decisões que afetem o nível mais baixo;
10. confiabilidade, pois o negócio é conduzido de acordo com regras conhecidas, sendo que grande número de casos similares são metodicamente tratados dentro da mesma maneira sistemática. As decisões são previsíveis e o processo decisório, por ser despersonalizado no sentido de excluir sentimentos irracionais, como o amor, a raiva e as preferências pessoais elimina a discriminação pessoal;
11. existem benefícios sob o prisma das pessoas na organização, pois a hierarquia é formalizada, o trabalho é dividido entre as pessoas de maneira ordenada, as pessoas são treinadas para tornarem-se especialistas em seus campos particulares, podendo encarreirar-se na organização em função de seu mérito pessoal e competência técnica.

sábado, 5 de outubro de 2013

O QUE É BUROCRACIA?

      A  burocracia é uma forma de organização humana que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins) pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance desses objetivos.


A burocracia se baseia na autoridade legal,racional ou burocrática. Quando os subordinados aceitam as ordens dos superiores como justificadas, porque concordam com um conjunto de normas que consideram legítimos e dos quais deriva o comando. A obediência não é devida a alguma característica da pessoa em si, como qualidades pessoais excepcionais ou pela tradição, mas por um conjunto de regras e regulamentos legais previamente estabelecidos.A legitimidade do poder racional e legal baseia-se em normas legais racionalmente definidas. O aparato administrativo que corresponde à dominação legal é a burocracia. Tem seu fundamento nas leis e na ordem legal.