sábado, 5 de outubro de 2013

A teoria da Burocracia

 Burocracia

A burocracia está presente em nossa vida, todos os dias. Antes, porém, de saber o porquê, que tal descobrir quem foi o seu idealizador?
O criador da Sociologia da Burocracia foi osociólogo alemão Max Weber (1864-1920). A Teoria da Burocracia tomou corpo com a tradução para a língua inglesa dos livros de Weber por Talcott Parsons. A obra de Weber é considerável e seu principal livro para a área de Administração é A Ética Protestante e o Espírito de Capitalismo.A Teoria da Burocracia foi desenvolvida por Max Weber por volta dos anos 20. Entretanto, foi trazida para a Administração somente ao redor dos anos 40.Devido as funções:

a) a fragilidade e parcialidade tanto das teorias do Enfoque Clássico como da Teoria das Relações
Humana, oponentes e contraditórias entre si, mas sempossibilitarem uma abordagem global, integrada e
envolvente dos problemas organizacionais. Ambas revelam dois pontos de vista extremistas e incompletos sobre a organização, gerando a necessidade de um enfoque mais amplo e completo, tanto da estrutura como dos participantes da organização (CHIAVENATTO, 1993);

b) a necessidade de um modelo de organização racional capaz de envolver um maior número de variáveis organizacionais, assim como também o comportamento dos membros, passível de ser utilizado não somente nas fábricas, mas em todas as formas de organização, em especial
nas empresas;

c) a crescente complexidade e tamanho das empresas, que passaram a exigir modelos organizacionais mais bem definidos;

d) o resgate da obra de Max Weber. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização retirado da observação da realidade social, de uma tendência que Weber observou nas organizações de sua época e que os administradores tentaram aplicar em suas empresas. A partir daí, surge a Teoria da Burocracia na Administração. Entretanto, a burocracia como forma de organização humana remonta à época da Antigüidade, quando o homem elaborou e registrou seus primeiros códigos de normatização das relações entre o Estado e as pessoas e entre as pessoas.

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